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Mostrando postagens de 2014

E por falar em Justiça....

Toda vez que vejo um crime bárbaro na TV eu me pergunto: até quando vamos conviver com isso? Muito se fala sobre o problema da violência no Brasil. E muito se critica nosso sistema judicial. Alguns defendem a Pena de Morte; outros a Prisão Perpétua. E sem falar na grande discussão que é a Maioridade Penal. Como, um jovem de 16 anos pode votar, mas não pode ser preso mesmo se tiver assassinado alguém? A sensação que se tem é que os problemas do Brasil são muitos e, alguns deles, de difícil solução. Mas, antes de olharmos para a Justiça no Brasil, vamos dar uma volta pelo mundo e analisar como são tratados os crimes e os criminosos em outros países em relação à Pena de Morte e a Prisão Perpétua. Segundo um relatório da Anistia Internacional divulgado em 2010, 58 países mantém em vigor a Pena de Morte para todos os crimes. Entre estes países, estão Estados Unidos, Índia e Japão. Ainda segundo o relatório, a Rússia aboliu a Pena de Morte para a prática de crimes comuns, e países c...

Para um Cãozinho Chamado Ozzy

            Em um canil em Mogi Mirim havia um cãozinho que ainda nem havia nascido e já era amado pela minha esposa, Simone. Ela havia se apaixonado por ele quando estava sendo gerado, e nem tinha um nome ainda.             Resolvemos batizá-lo com o nome de Ozzy. Uma clara homenagem ao ex-cantor da banda de rock Black Sabbath, Ozzy Osbourne. Mas, também um nome lembrado devido a uma foto de um Shih-Tzu que havíamos visto num Pet Shop de um amigo nosso.             Ozzy veio a ser o nome do nosso cãozinho da raça Bulldog Francês.             Assim que nasceu, logo nos chegou às primeiras fotos do Ozzy, nosso cãozinho. Ficamos encantados. Numa tarde de domingo, fomos até o canil conhece-lo, e voltamos radiantes de felicidade. Ozzy era um cãozinho lindo, exibindo sua cor Fulvo, brinca...

Hey, ho, let´s go!

Desde que comecei a me interessar por Rock And Roll, isso lá no início dos Anos 1980, sempre associei meu gosto musical à leitura de revistas sobre música que, naqueles tempos, eram pouquíssimas. Eu não sei se com todo mundo que gosta de música é assim. Mas, comigo sempre foi. Adquiri o hábito de me informar sobre os grupos e artistas que me interessavam. E vejam, em tempos pré-internet, isso não era uma tarefa fácil. Ainda mais se você fosse um garoto fodido do subúrbio, que ganhava a vida como Office Boy, que era o meu caso. Mas, mesmo assim, eu sempre dava um jeito de alimentar meu vício recém-adquirido: gostar de Rock And Roll; e das histórias por trás das bandas. Foi comprando discos e lendo revistas sobre música que eu fui me tornando, por assim, num conhecedor de uma matéria que não se aprende na escola: o rock. Mais recentemente, comecei a adquirir um novo hábito: comprar livros com biografias de grandes artistas. Devo dizer que com a ajuda muito importante de minha ...